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O ciclo do Natal


Estamos vivendo um tempo maravilhoso, o qual, denominamos “Ciclo do Natal”, iniciado no primeiro dia do Advento e que culminará com o Batismo do Senhor.

Em rápidas pinceladas, analisaremos cada um dos eventos que se sucedem. A sagrada família

Termo que usamos para designar a família de Jesus de Nazaré, que conforme as sagradas escrituras, se compunha por José, Maria e Jesus.

Uma história maravilhosa que contempla a vida do Menino Jesus. A começar pela aparição do Anjo em sonho a José, que lhe diz: “José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido, vem do Espírito Santo. (Mateus 1,20)

Em seguida há a fuga para o Egito, em razão da perseguição movida por Herodes, que pretendia matar Jesus.

“Jesus perde-se de seus pais e é encontrado no templo” (Lucas 2,41-52). Solenidade da Santa Mãe de Deus

O Calendário dos Santos abre no dia 1º de janeiro, com a festa de Maria Santíssima, exaltando sua maternidade divina. É a primeira festa Mariana que surgiu na Igreja Ocidental e começou a ser celebrada em Roma, no século IV.

Jesus, concebido pelo poder do Espírito Santo, trouxe consigo a missão de redimir a humanidade e tornar notório e público, o amor de Deus Pai por todos nós.

Divina missão, que se confiou à Maria. E, sabia ela, que tal destinação traria também para si, um calvário todo particular. Sendo mãe daquele que sofreria tão singular paixão e morte, ainda seria dada como mãe àqueles seus discípulos de então e aos futuros que, ungidos pelo Espírito, se tornariam arautos da Boa Nova.

Deus se fez homem por meio de Maria. Ela é o elo entre o céu e a terra. Celebrando esta data peculiar do Calendário Litúrgico – 1º de janeiro – consideramo-la “Oitava de Natal”, assim chamada porque ocorre exatamente oito dias após a realização da celebração do Natal e, coincidentemente, no mesmo dia da semana. Neste dia, celebramos também o dia Mundial da Paz. Nada mais apropriado, de vez que celebramos a santidade maternal de Maria e Jesus, Rei dos reis. Epifania do Senhor

Palavra de origem grega (epiphanéia – significando “manifestação” ou “aparição”, literalmente).

É uma festa que conhecemos também como “a Festa dos Reis Magos”, que são personagens que teriam visitado Jesus logo após seu nascimento, trazendo-lhe presentes de ouro – simbolizando majestade; incenso – simbolizando divindade; e mirra – simbolizando o seu futuro sofrimento.

Apenas o Evangelista Mateus faz referência a este acontecimento (Mateus 2,10S) e nos informa que vieram do Oriente. Diz a tradição popular que eram em número de três (dão-lhes, inclusive, os nomes: Melchior, Baltazar e Gaspar), que eram: um branco, um moreno e o outro negro. Porém, não há referência quanto ao número ou a origem exata dos que, naquela noite memorável, visitaram o Menino Jesus. Esta visita pode ter sido de apenas os três citados Magos ou, também, por outras tantas pessoas. Sua simbologia é a de que todas as etnias e culturas serão atingidas pela mensagem de Jesus.

É a comemoração, sempre viva, da manifestação do Senhor junto ao seu povo que, se humana em Jesus para sua redenção e salvação, trazendo-os para Si, fazer-Se um com todos. Batismo do Senhor

Narrado nos Evangelhos Sinóticos, este e o acontecimento que marca o início do Ministério Público de Jesus. No entanto apenas João Batista é a testemunha ocular, posto que a ele coube o privilégio de batizar o Senhor.

João era conhecido como “a voz que clama no deserto”. Pregava arrependimento, penitência e conversão. Batizava, como ele dizia, com água; mas logo viria “Aquele que batizaria com o Espírito Santo” (João 1, 26-34).

O batismo de Jesus é um dos Mistérios Luminosos do Santo Rosário.

Esta crônica se encerra sugerindo a leitura acurada das passagens bíblicas que discorrem sobre os assuntos que aqui enfocamos. Paz e Bem!


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