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“... que eu possa ser mãe de um bebê vivo”

Testemunho 

Por Luana Lemos 

Chamo-me Luana, sou casada há 12 anos. Desde o planejamento do casamento, tínhamos o sonho de ter filhos. Em 2005, o tão esperado sonho aconteceu, fiquei grávida. Seguia tudo bem com a gestação, mas na 28ª semana, a bolsa inesperadamente estourou e a criança nasceu antes do tempo. Como a prematuridade foi muito grande, o bebê veio a óbito. Ficamos desesperados, mas não desistimos. Engravidei novamente e mais uma vez, ocorreu óbito do bebê. O mesmo fato ocorreu por mais quatro vezes. 

 

 

Mesmo sem perder a esperança, engravidei mais uma vez. Dessa vez, na 7ª gestação, fui atrás de todos os tratamentos possíveis. O que a rede pública não cobria, dávamos um jeito e pagávamos. Tomei todos os remédios recomendados, pois os médicos só tinham uma hipótese de um diagnóstico, já que os exames não deliberaram nenhum resultado que explicasse tantos óbitos neonatais. A prematuridade era grande e diante disso, deduziam que quanto mais tempo o bebê ficasse no ventre não morreria ao nascer. Segui todas as recomendações e chegou a tão sonhada 32ª semana.

 

Na noite do dia 20 de janeiro de 2009, acordei desesperada com dores absurdas e mais uma vez minha bolsa estourou. Fomos rapidamente ao hospital. A neném nasceu viva, deu um choro alto. Depois de um tempo, a enfermeira a colocou em meus braços, ainda fracos e inesperadamente eu olhando aquele rostinho, com um suspiro de adeus, sem explicação, veio mais uma vez a óbito. Dessa vez, em meus braços. Pensei que naquela noite eu não suportaria, iria morrer. Heloísa, em meus braços se foi. Naquela mesma noite, veio uma enfermeira, colocou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida em minhas mãos (essas imagens de papel) e disse-me: “Peça para Ela. É mãe. Não conseguimos encontrar o problema, Ela vai te dizer o que fazer para realizar seu sonho”. Eu pedir a Nossa Senhora? Não acreditava nessas coisas. Mas no dia seguinte era o enterro da minha filha e olhando aquela imagem disse: Se Tu Maria existe mesmo, se tem algum poder, me leva a um médico que consiga encontrar meu diagnóstico, que possamos tratar essa doença e que eu possa ser mãe de um bebê vivo.

 

Fui para casa. No caminho, uma senhora ouvia uma música muito bonita, quando me viu chorar, perguntou se eu queria o CD e disse-me de onde era e que a cantora era de uma paróquia em Taguatinga. Ela retirou o CD do carro e presenteou-me. Não entendi nada, mas ouvi e apaixonei pelos louvores. Havia uma música em especial: Curas e Milagres. Como tomava muitos remédios, dormi profundamente, claro, ouvindo a música e sonhei com Nossa Senhora Aparecida. Ela segurava-me com as mãos e dizia-me: Você gosta tanto dessa voz, vai até ela. É nesse lugar que vai encontrar o médico que procura.

 

Procurei o nome da voz para verificar, tentar encontrar a pessoa e saber se não estava realmente louca. A experiência foi tão forte, que resolvi ir ao Jardim da Imaculada em fevereiro do mesmo ano (2009). Fui sem fé, não nego, mas resolvi que iria procurar Deus já que o homem não estava dando conta. Na hora de ir embora, encontrei um senhor chamado Tadeu, ele estava com uma senhora com o nome de Josefa e quando vi, já estava contando a eles minha história. Tadeu disse-me várias coisas sobre Deus e convidou-me para ir à Festa de Pentecostes, que aconteceria meses depois no Parque Leão.

 

Chegou o dia, fui a tal festa e chegando até o local estava lá Crícia Martins, a voz do CD. Eu disse: Perdoe-me Nossa Senhora por esses anos longe de Ti, é aqui o lugar que queria que eu chegasse. Entrou o padre Moacir Anastácio, só com a voz dele eu ficava arrepiada e com uma felicidade muito grande. Chamou Nossa Senhora para festa e eu só chorava. No momento das revelações, o padre Moacir disse muitas coisas sobre mim: meus pecados, minhas lamentações... Chega o último dia, domingo, Vela do Espírito Santo. Antes de chegar ao portão, já comecei a chorar. Começa a missa, o abençoado padre Moacir diz: “O Senhor está curando uma moça que estava com espírito de morte perto dela, através de uma maldição que ela carregava. Essa moça é muito triste por não conseguir levar uma gestação adiante e por essa maldição jamais teria filhos”. Ele também disse que Nossa Senhora havia intercedido por essa moça e que Jesus Cristo quebrava ainda naquela noite a maldição, que naquela mesma noite a moça seria tão tocada que acenderia as Velas e no outro Pentecostes já estaria com seu filho nos braços.

 

Tomei posse. Fui para casa e acendi as minhas Velas. Naquele mesmo ano, 2009, engravidei novamente. Houve complicações como deslocamento de placenta, mas não havia medo ou tristeza e mais uma vez, com 33 semanas de gestação, levei Nossa Senhora nas mãos. Dessa vez com muita fé. Em 30 de março de 2010, nasceu Lívia, prematura. Como ela não chorou, os médicos ficaram preocupados, pois tinham certeza de mais um óbito neonatal. Mas ela foi reagindo e abriu os olhos, sorriu ao invés de chorar; o choro veio depois com a fome. Deus marcou a data para eu estar com minha filha nos braços em Pentecostes de 2010. Hoje, Lívia tem seis anos, graças a Deus. 

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