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Dependência emocional: um desejo ou uma necessidade?

Há um certo momento na vida do sujeito, que  a necessidade de cuidados, de amor e de presença é um fato essencial para o seu desenvolvimento. Assim acontece quando somos criança.

 

Nesse período, os pais que são superprotetores, com grande dificuldade de delegar responsabilidades, fato que não fortalece a capacidade de escolhas e decisões de seus filhos, inconscientemente, fragilizam o desenvolvimento da sua autoestima e da sua independência.  E, ainda, pode ser que, na fase adulta, a dependência emocional seja comprometida.

 

 

Mas o que seria a dependência emocional?

 

Quando há uma necessidade excessiva do outro em sua vida, o quadro se torna patológico, causando dependência, aprisionamento e muito sofrimento.

 

Quando você depende do outro para ser feliz e tomar decisões, não consegue ser dono das suas próprias escolhas; falta-lhe autoconfiança para iniciar projetos ou fazer coisas por conta própria. Quando sozinho, se sente desconfortável ou desamparado, tem medos exagerados de ser incapaz de cuidar de si mesmo, se anula em função do outro, enfim, o indivíduo não consegue se ver feliz sozinho, consigo mesmo, em situações cotidianas. Conviver com uma pessoa, seja seu companheiro(a), seus pais, filhos, algum parente, somente pra não conviver só, resulta em uma prisão emocional; é um ser se acorrentando ao outro. Nestes quesitos você pode estar sofrendo de dependência afetiva emocional.

 

Não se deve confundir escolhas com renúncias. Por exemplo: deixar de crescer na profissão, porque, naquele momento, você prefere cuidar dos filhos ainda pequenos; isso te faz feliz e não irá se arrepender mais tarde, pois foi uma escolha e não se sentirá culpada(o). Já a atitude de deixar de lado sua formação profissional porque o marido (a esposa) ou filhos te impediram é, totalmente, diferente; você se sente acuada(o) e, infeliz, por querer agradá-los e não realizar seu desejo, você se sentirá infeliz, se arrependerá e, em algum momento, se sentirá culpada.

 

    E, agora, o que fazer?

 

Quando cair na real e tiver a consciência de que é uma pessoa com dependência emocional, comece as mudanças, reaja às suas próprias adversidades. Olhe pra si mesmo, valorize-se, tenha consciência do que pode ser controlado e que não se pode controlar. Reconheça e faça uma lista das suas necessidades emocionais. Com isso, ficará mais claro pra você começar a eliminá-las, quais são mais urgentes e quais te fazem sofrer mais. Reinventa sua atividades, sua rotina, seus hábitos, buscando prazer em coisas que consiga fazer sozinha(o), como ir ao cinema, sair pra tomar um sorvete, fazer uma boa leitura, entre tantas outras coisas. Descubra isso em você!

 

Importante também é reconhecer e valorizar os seus relacionamentos. Mas saiba que é necessário um olhar especial para si, amar-se primeiramente, dar importância a você; não se limite ao amor do outro para ser feliz. Ninguém será capaz de te valorizar e te amar mais do que você mesmo. Os outros vão te valorizar e te amar quando, na medida em que é valorizado e amado, isso se dá por si mesmo.

 

Não será fácil, como qualquer mudança. Tendemos a ter medo de tomar o primeiro passo. Então, procure ajuda; um psicoterapeuta  é a pessoa certa pra te ajudar nesse momento de conflito.

 

A terapia psicanalítica nos permite ser quem somos; nela, falamos daquilo que nos aprisiona, sem constrangimento, os pensamentos fluem e não se julga, se analisa. A fala nos torna livres de tantas coisas escondidas no inconsciente, dos sentimentos reprimidos, da dor que dilacera a alma.

 

Lembrei-me do trecho de uma música que diz:

 

“Quero que valorize o que você tem

Você é um ser, você é alguém

Tão importante para Deus

Nada de ficar sofrendo angústia e dor

Neste teu complexo inferior

Dizendo às vezes que não é ninguém.

Eu venho falar do valor que você tem...”

(O Mover do Espírito)

  Ludmila Ferber

 

E da Palavra de Deus que nos confirma e assegura:

 

“Dá forças ao homem acabrunhado, redobra o vigor do fraco,

Até os adolescentes podem esgotar-se

E jovens robustos podem cambalear,

Mas aqueles que contam com o Senhor renovam suas forças;

Ele dá-lhe asas de águia.

Correm sem se cansar,

Vão para a frente sem se fatigar.” (Is 40, 29-31)

 

Quais as correntes que te aprisionam e te deixam infeliz? Pense, analise e saia em busca da liberdade, de uma vida feliz. Pois é Deus quem te dá forças, Ele te capacita e te encoraja a buscar uma nova vida.

 

Mayra Amorim

Psicanalista Clínica

Comunidade Renascidos em Pentecostes

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